“Cartuchos para celulares” e bife da impressora.
A cozinha do futuro deixa de lado a produção em massa e avança para a nutrição personalizada. A preparação e o consumo dos alimentos passam a ser sincronizados com pulseiras fitness e chips médicos. A agricultura tradicional, intensiva em recursos, dá lugar a bioreatores domésticos compactos e impressoras 3D de alimentos. A composição dos pratos é selecionada automaticamente com base nos níveis atuais de cortisol ou na deficiência de ferro. O resultado é uma alimentação altamente biodisponível e produzida de forma ética.